12/07/2010
Chopin é um dos compositores eruditos q mais gosto. O que são os prelúdios…que beleza!
Estou colocando aqui um lindo, tocado por Nikita Magaloloff:
Preludio #4 em E menor.
beijo.
Marina
.
Chopin também é um dos meus favoritos!
Já ouviu a Valsa No.2 Op.64?
E de preferência com a interpretação de Rubestein.
Mas Liszt e Brahms não ficam atrás!
Marina sempre com muito bom gosto.
Adoro-a!
Oi…
Lindo, lindo…
E Valsa do Adeus??!! Remédio para a alma.
Beijão!!
Não esqueçam de Arthur Moreira Lima.
Beijão!!
Amo, amo, amo!!
rs, fico sem palavras com algo tão lindo assim.
bjos
Lindo. Forte e com tantos significados….
boa noite e um grande beijo.
Com carinho
Tati
Emoção.Vibração.
Um beijo, com muito carinho.
Raquel.
…AMO…
Q lindo..! Obrigada! Ótimo dia..
Bj
Ah, não aceite meu comentário.
Acho que Martin Heidegger, em “A origem da obra de arte”, disse que a música é a mais importante das artes, porque fala diretamente aos nossos sentidos – li há mto tempo e não achei o livro pra confirmar.
Ouvi o CD ontem. Gostei, mas dormi ouvindo
))
Para finalizar, uma observação, pode me xingar, rs. Bem, as pessoas costumam falar “música clássica”, é o senso comum, mas, segundo um prof. de estética que tive, o correto seria falarmos “música erudita”, para não confundirmos os períodos: barroco, clássico e romântico. Vi num livro que tenho aqui “A história da música” e Chopin é um compositor romântico.
Beijos
MA-RA-VI-LHO-SO!
Acalma a alma. bjus
Marina,vc sempre me emociona.
Uma exelente semana pra vc.
Paz,luz e muita energia positiva.
Beijos
Bom Dia Marina!
Formidável, vc é surpreendente mesmo!:)…
Despertar e ouvir algo assim, eleva e muda a vibração…, adoro música clássica e instrumental.
As Quatro Estações de Vivaldi, são as q mais amo!!
Gracias,
Beijo@braço
Sou apaixonada por essa música, de verdade!
Qdo meu irmão estudava piano ele tocava demais!
Mas, bom ouvir com uma pianista de VERDADE!
Beijo grande e hora para reflexões ouvindo Chopin…
necessito de vozes. No entanto, ouvirei.
Lindo!!! Tbbém gosto dos Prelúdios de H. Villa Lobos.
http://bossa-filmes.blogspot.com/2008/06/preldios-de-villa-lobos-com-julian.html
Wonderful … as you
Can it was on your side?
On the morning of the 3rd Sunday of the Sun in July!
I just need your … “ringtones, advertisements, signs, positive, fatal …”!
With affection.
Sálem
Obrigada querida.
É tão bonito quem gosta de música erudita…
Lindo. Exatamente o que estava precisando ouvir.
Bjos Ma.
Marina
Eu adoro piano,violino.Não conheço a obra de Chopin.Lógico que já ouvi falar.E,onde nasci, você pode ter certeza que ser sua fã já é um progresso e tanto.Meu pai diz que gosto de músicas de defunto.rsrs
Eu passei no vestibular.Fiquei sabendo hoje.Quero ir muito além.Mas nunca vou me esquecer de onde vim.Eu sou o que eu sou.Posso melhorar,quem sabe conhecer Chopin.Nada é definitivo.
bjbj
Lindo e forte.Você é de +++++
Marina, sinto por sua mãe, só soube agora pois estive meio reclusa em Poa até aúltima sexta-feira pois não aceitava ainda amorte de meu irmão que fez um ano no dia 17 de junho, mas graças a Deus pude comprovar que ele se foi mas sempre estará conosco, em nossos corações. e ele nos deixou algo lindo que foi um filho adotivo que completou 3 anos no dia 9/6 e hj é criado por uma irmã minha e através dele n´s tiramos muita lição de vida e forças pra entender que podemos não estar juntos no mesmo plano mas estaremos juntos pra sempre nos nossos corações. o tempo que vc passou com sua mãe é o que de mais importante vc pode ter feito nesta vida e pode ter certeza que de onde ela está ela estará com vc, não chore por ela mas ore e deixa que ela se desprenda deste mundo material e assim vc a sentirá sempre junto espiritualmente. Com tua permição eu gostaria de orar por ela, sou uma ccatólica que acredita no Espiritismo, sei que não é tua religião mas devemos tirar o que há de bom de cada uma pq somos filhas de um mesmo Pai e ele é igual para tds. Um grande bj pra vc se permitires que eu ore me diga o nome dela que farei com muito carinho. Tchau.
Muito lindo, Marina
Beijao
Essa canção me acalma…
está chovendo nesse momento no Rio de janeiro.. caiu bem essa música.
beeijos, te adoro!
W.
Marina,
Lindo e forte , não conheço muito a obra de Chopin mas gostei.Desejo que estejas bem e que teus dias sejam suaves.Uma boa semana.
karina
uma explosão melancólica, as notas no piano flutuam intensamente leves, até o final denso, inaugural. fantástico entender tão pouco com tanto entusiasmo.
como explicar o ‘que’ na música que nos atrai?rs
bj
Bela e triste.
Talvez culpa do cinema ou das reminiscencias…
Também necessito ouvir vozes, mesmo que seja para não gostar…
bj
Ainda não ouvi. rs
Voltei só pra dizer que adoro o significado da palavra prelúdio.
Irretocável a composição, Marina. O ideal artístico é algo assombroso, eu penso. Inatingível e ao mesmo tempo palpável a perfeição.
Hey my cyber pierrot. Nice to hear from you again and even nicer to listen to the pieces of song you keep posting here. It’s fantastic the incredible power music has. Somehow you’re transported into time, into a certain stage of your life, back to things you have or haven’t lived. This is one of the most beautiful and maybe the saddest song I’ve heard of. It’s a kind of backdrop to the daily up & down things we live. Is it a mirror to the way you are or at least to the way you’re feelin’ at this moment? Oh no, the song is stuck on my mind now…It will remain and last the day.
My best:
teacher Luciano
Boa música para começar o dia!!!! Gratíssima pelo bom gosto. Também gosto muito de Mozart, principalmente a bela “Andante” – Piano Concerto 21. Citando H. Dobal: “O poeta Keats sabia que uma coisa bonita/ é uma alegria para sempre.” Beijos, Sucesso e tudo de bom que a vida possa lhe oferecer.Sempre querida e respeitada Marina, BOM DIA!!!!!!!
E VIVA a diversidade! Hoje, 13/7, dia do Rock e Mrs. Marina Lima nos surpreende com um belo clássico. Lindo e Lindaaaaaaaaaaaa!!!
Atemporal,Melodia Eterna.
Enquanto sofre, o coração intui , o tempo flui
Quem sabe o que se dá em nós ?
Quem sabe o que será de nós?
Não há limite .
A música preenche a falta. Alinham na luz.
O tempo salta.
Prelúdio , palavra plena.
E quem é que saberá soletrar beleza ?
Oi Marina!
Ouvindo a CBN hoje a tarde informes tristes como a partida para o andar de cima do Paulo Moura e curiosos como que hoje é dia do cantor(a). Logo…PARABÉNS pra vc! E PARABÉNS tb pro ROCK. Siga por favor nos encantando com sua música, sua batida, sua emoção. Super beijo!
LL
hum, nao tem a ver com Chopin não. Só vim dizer que (enfim) consegui a revista MIT e tá muito , muito, muito joia… bjao!
Marina, saudade! Não adianta, música erudita não me “toca” muito, meu ouvido é outro… Mas obrigado por querer ampliar o repertório musical de seus fãs. Espero que você esteja bem. Um grande beijo, uma linda madrugada chuvosa e uma boa vida pra você
adoro música erudita…pena que tive de parar com as aulas de piano. uma coisa que eu me chateio é que o povo insistia e até hoje insiste para que eu toque. pensa q a gente da noite pro dia vira um chopin, um beetholven… eu que mal concluí as aulas de musicalização, tenho um repertório mínimo e fico morrendo de vergoha de tocar. Aos 17, tem pianista que já é profissional. mas eu só começei a estudar piano aos 15. Adoro, mas acho que não acompanho mais a carruagem, nunca serei uma boa pianista.
Poxa, não consegui ouvir por não me entender com o meu pc aqui. Mas vou tentar de outro lugar.
E já q o assunto é música erudita, vc já ouviu as suítes para violoncelo solo do Bach com o Yo Yo Ma? Gosto muito. Gosto muito de violoncelo,um instrumento envolvente q se associa bem à dança.
Já vi um espetáculo de dança contemporânea (da -carioca- Staccato Cia de Dança) todo com violoncelo tocado ao vivo. Lindíssimo!
Aliás, a Staccato sempre vale a pena. Fica a dica.
Bjin
Oi queridona, como você está?…
Achei isto tão lindo!
http://www.youtube.com/watch?v=w-1ck_smC9k&feature=player_embedded
um abraço, forçAmor!
Bom dia Marina e todos!
Gosto muito de música instrumental, e também de música com letra cantada… Cada uma tem objetivos diferenciados, não acredito que uma seja melhor que a outra. Tem momentos que sinto necessidade de ouvir apenas música instrumental, pois é a música pela música, sei lá como explicar, conecta de forma mais livre. Já na música com letra cantada, ela nos direciona mais através do enredo da letra, mas conecta também… de forma muito intensa! Adoro também…
Em ambas as possibilidades, há evidentemente composições de maior ou menor qualidade, e também a subjetividade que influi e a maior ou menor oportunidade que a pessoa teve ou tem para ampliar sua vivência musical, aguçar o seu gosto, pois há gêneros diversos… épocas históricas e contextos culturais que engendram possibilidades específicas… Enfim, embora leiga, sou fascinada pelo universo da sonoridade que não se esgota nunca, para quem é compositor criativo e autêntico, como você, Marina! Adoro também as suas composições instrumentais, parabéns!
Descobri estes dias, por acaso, um site que só toca peças para piano, fiquei ouvindo hoje pela manhã, e me fez muito bem! É que eu estava imersa no plano da saudade de minha mãe, seria aniversário dela no sábado passado, lembrei de tanta coisa boa! Não é tristeza, é uma emoção tão diferente, de apertar o coração e encher os olhos d’água… por sentir que estamos mais próximas do que podemos imaginar, compartilhando um amor inexplicável e uma gratidão imensa que nestes dias emanam de mim… Bem, agora já estou aterrisando novamente no aqui e agora deste plano da vida ‘real’… Sei que ela quer me ver bem, focada em ‘ajudar a ajudar’… me disponibilizando da melhor maneira para tudo que o presente me reservar.
E nada melhor do que compartilhar momentos raros de depoimentos de tanta sinceridade com vocês, de compartilhar sermos amantes de …MÚSICA… particularmente apreciadores da obra inconfundível e insubstituível de …MARINA LIMA… e tudo mais de maravilhoso que ela ainda está por nos brindar!
Aqui vai o link, para quem se interessar:
WHISPERINGS – Solo Piano Radio
http://www.solopianoradio.com/
Graaaaaaande abraço da Monica
>>> PS:
“NUM SEGUNDO TEU NO MEU
POR UM SEGUNDO MAIS FELIZ”
(Dé / Bebel Gilberto / Cazuza)
Marina Linda, quando virás a Salvador, fazer aquele show inesquecível?
bjs
dri gaspari
gostei muito.é uma poética dolorida, assim como as suas músicas. sabe que empreendi uma busca pelo álbum “setembro” e não encontrei, isso na maior loja do rio! heinn…percebi que tinha um problema. consegui baixar! assim que achar o disco, compro! voltando ao Chopin, acho que essa melodia dolorida tem espectros de réquiem né, adoro réquiens! vc conhece um polonês, Wojciech Kilar, ele compõe pra cinema, fez drácula e o pianista, ouça…tarde vida pra vc marina!
Marina, esse prelúdio de Chopin me intuiu a compartilhar com vc(s)um email de agradecimento que enviei há poucos meses aos amigos que me fortaleceram à enfrentar, talvez, o maior desafio que já experimentei.
Agora ele segue aqui como um presente de alguém que ama a vida, a alegria e a liberdade.
Recebe a minha simplicidade e amizade com um beijo terno, sereno.
Luz, paz e amor
Francisca
…
Caros e Caríssimas
Quero agradecer a todos e todas que enviaram emails, mensagens, me cercaram de cuidados, atenção, orações, e àqueles que inclusive viajaram para estar comigo em Rio Claro e em São Paulo dando apoio e me assistindo nesse período tão sério e delicado.
… quero servir à humanidade… quero trabalhar para quem precisa de mim e não acumular títulos… quero garantir uma vida confortável, maturidade realizada… ser feliz! Eu ouvi demais, falei de menos, perdi o sabor pelo meu trabalho, não digeri os sapos que engoli… e foram muitos, MUITOS, até recentemente.
E minha irmã me consolava dizendo: “Fran, ainda bem que te expulsaram… pensa… o que eu ia falar pro papai???” E eu chorava… (Agora parece hilário… graças a Deus!)
Como sabem, poucos dias depois da defesa do meu doutorado passei a sentir dores fortíssimas em um abscesso que veio a ser diagnosticado como um tumor raro de glândula parótida. Depois de meses de preparação, sofrimento, orações e intervenções espirituais, fui submetida a uma cirurgia física há 15 dias em São Paulo, e ao contrário do que a primeira biópsia apontou tratava-se de um tumor maligno, embora, ainda, não agressivo. Esse câncer foi retirado com sucesso de forma que mantenho perfeitas a fala, a mastigação, a escuta, o sorriso e a simetria dos olhos.
Estou curada! Por precaução devo fazer uma tomografia de pescoço e pulmões para que haja certeza de que não existem metastases. De dois em dois meses ao longo de um ano devo fazer consultas médicas e exames de controle, apenas isso.
Considero que aprendi muito nos últimos seis meses sobre companheirismo, solidariedade, família, amigos, amor, vida e morte. Talvez uma das coisas mais sábias que eu tenha feito na minha vida foi ter voltado para a casa de meus pais depois de 23 anos morando longe deles. Mesmo tendo que fazer ajustes em nosso convívio, aqui, eu e quem comigo esteve, sempre fomos muito bem-vindos. A minha família é ótima e sou muito grata a ela, por tudo!
Muitos de vcs sabem que dediquei os últimos 18 anos da minha vida exclusiva e compulsivamente ao trabalho. Nos últimos três, começaram a aparecer mais seriamente alguns problemas de saúde e períodos de forte depressão que me levaram à incapacidade intelectual, cognitiva e produtiva. Primeiramente houve desinformação, depois negligência da minha parte por ser workholic, e que foi somada à falta de recursos materiais e médicos já que boa parte desse tempo vivi no Recôncavo baiano.
Eu assumo a minha responsabilidade pela somatização que resultou nesse câncer pela minha pouca habilidade em rebater e digerir a hostilidade ao meu trabalho, as agressões morais, intelectuais e psíquicas, e às pressões da vida acadêmica e dos ambientes profissionais de pesquisa nos quais trabalhei. Minha natureza não é vaidosa, competitiva, arrogante, egoísta, nem suja. Descobri em tempo, agora!, que pessoas desequilibradas e ambientes inóspitos não são para mim, embora tenha amigos e conhecidos maravilhosos e absolutamente dignos trabalhando nesses lugares ou convivendo com essas pessoas. Eu quero ser missionária (não religiosa nem celibatária, claro!
Para finalizar quero compartilhar com vcs a lição que aprendi na mais profunda angústia nas horas que antecederam a minha última cirurgia (eu passei por 3 nos últimos meses). No domingo, dia 11 de abril, eu me sentia pela metade. Não sentia força no lado direito do meu corpo. Me sentia totalmente incompleta. Tinha necessidade de alguém que me desse a mão, que estivesse comigo, embora estivesse rodeada de pessoas amigas todo o tempo.
Eu, minha irmã e minha cunhada nos hospedamos na casa de uma amiga de minha irmã que mora em SP, na Bela Vista, bem próxima ao Hospital Bandeirantes (Liberdade). Com o passar das horas à noite comecei a me sentir sufocada e pela primeira vez na vida senti medo da morte. Eu que me debrucei durante 10 anos sobre essa literatura através da antropologia, da teologia, da etnomusicologia, e do estudo das religiões; que sei detalhadamente cada parte do Livro Tibetano dos Mortos; que bebi ayahuasca durante 5 anos e assisti aos rituais de morte de pessoas muito amadas durante o mestrado e o doutorado, não conseguia me controlar diante da angústia da proximidade da morte. Eu chorava escondida, andava de um lado para o outro, e num ímpeto, seguindo o meu coração, fui procurar por alguém que eu pensei que pudesse me dar algum alento, talvez uma alegria, uma paz… apenas segurar a minha mão e orar.
Dando com a cara na porta, ainda mais angustiada, caminhando da Av. Brigadeiro Luiz Antonio até a Rua dos Ingleses decidi, por segurança, pegar um taxi. Eu não sentia mais o meu corpo nem os meus passos. Ninguém parava para me levar. Qdo desisti e segui andando, veio um taxi dirigido por um senhor de uns 60 anos. Seguimos em silêncio até o prédio da amiga da minha irmã. Enquanto eu peguei o dinheiro para pagar a corrida, o senhor me disse: “Senhora, me desculpe, mas tem algo que eu preciso dizer. Não me leve a mal, mas a senhora é muito, MUITO bonita.” Nesse momento, eu desabei. Chorei de soluçar. Ele me emprestou o seu ombro e segurou a minha mão por um bom tempo. Então começou a me contar histórias engraçadas… aquele desconhecido quis que eu contasse minha história, quis saber meu nome e telefone, e enquanto eu não sorri ele não me deixou partir.
Quando subi ao apartamento da amiga da minha irmã, uma capitalista radical, que falou de dinheiro e reclamou de gorjetas o dia todo, discretamente, deixou minha irmã e minha cunhada, me buscou, arrumou a sua king-size e lençóis ultra-cheirosos, me deu um abraço generoso e me colocou para dormir. Essa desconhecida, segurou a minha mão a noite inteira.
Cinco da manhã, quando me internei, mensagem no celular… era o taxista desconhecido… “E aí guerreira… cadê aquele sorriso?” Não tinha como não sorrir… Abracei minha irmã e minha cunhada longamente, agradeci, e fui para o que me esperava.
Chegando no quarto, vi uma mulher entubada e envolta a um monte de equipamentos. A respiração dela era tão agressiva que eu fiquei com medo de ficar ali, mesmo tendo certeza que ela estava em estado vegetativo.
Deitei e orei; respondi a vários questionários e orei de novo. Não dormi um minuto. Amanhecendo o dia chegou o enfermeiro para a primeira fase da anestesia. Eu já esperava aquela sensaçãozinha psicodélica quando a minha cabeça foi invadida pela Maria Bethânia cantando “É o Amor”. Ela não parava de cantar… o tempo todo! O enfermeiro achou um luxo eu estar numa maca de toca e camisolinha percorrendo os corredores e os elevadores do hospital com a Maria Bethânia cantando “É o amor” só pra mim na minha cabeça. No centro cirúrgico, olhei meu médico já atordoada, e só me lembro de uma coisa antes de apagar… eu beijei as mãos dele.
Acordei de uma hora pra outra num lugar muito diferente. Eu estava em frente a um portão quase levando a minha mão para abrir uma maçaneta de bronze toda torneada. Bem em cima do portão viam-se letras espaçadas em itálico que imprimiam um nome: “Reino das Flores”. No momento que eu fui entrar pelo portão um homem me barrou e disse: “Nãaaao… Volta para as suas missões…”, e me deu um empurrão brusco. Eu caí no escuro e só ouvia o movimento rápido e vozes dizendo “Francisca, você tem que reagir.” “Reage Francisca!” “Reage Francisca!” Você tem que respirar!” “Reage, Francisca.” Meu corpo se batia todo. Eu consegui abrir os olhos, mas não conseguia respirar. Entrei em desespero e comecei a gritar… “Socorro, eu tô morrendo! Eu tô morrendo… Me ajuda…” Me fizeram massagem, colocaram a máscara de oxigênio, um cobertor térmico e pouco a pouco fui voltando a mim. “Você teve uma profunda angústia”, disse o médico. “Agora está tudo bem!”
Depois de um tempo, me levaram para o quarto e a melhor companheira do mundo estava à minha espera… minha irmã, Cássia. Ela não poderia ficar muito tempo porque não era hora para visitas. E as minhas lágrimas escorriam… agora porque eu tinha sido expulsa do Reino das Flores…
Minha irmã teve que me deixar… e então entrou em cena mais uma desconhecida… A filha da minha colega de quarto. Ela se dispôs a me alimentar… Ela me nutriu carinhosamente diversas vezes naquele dia. Me deu comida na boca, água na boca, tudo de colherinha, pacientemente, enquanto me contava a história de sua mãe. A senhora em estado vegetativo e que eu tive medo qdo entrei no quarto era dona Helena. Ela teve transtorno bipolar a vida inteira, nunca se tratou, e se magoou, e magoou muita gente tb. Na velhice ela teve mal de parkinson e a bipolaridade passou à esquizofrenia. Recentemente teve um avc e estava ali, naquele estado. Apenas abria e fechava os olhos sempre à espera de um filho que não via há 25 anos e que a vida e a doença afastaram. Ele se recusava a vê-la e estava com um câncer terminal. Ela não se entregava à morte esperando por sua visita. Ele não tinha coragem de vê-la e não conseguia perdoá-la.
É isso querid@s… quando uma porta se fecha, a vida tece a trama da solidariedade que abre outras portas através dos “desconhecidos”. Muitos ensinamentos… é a vida… Peço a Deus que todas as orações e preces que eu recebi sejam refletidas, muito especialmente, aos três desconhecidos que me ensinaram verdadeiramente o que é compaixão… amar e fazer o bem sem ver a quem (e a qualquer momento).
Caros e caríssimas, vamos abandonar as mágoas, as raivas, os rancores, o desamor, o orgulho, as banalidades, as inimizades… essa bagagem é pesada demais e não compensa ser carregada. Só depende da gente. É tempo de grandes mudanças e de qualidade de vida! Que venham mais alegrias…
O meu carinho especial para Fer e Amarildo, Rui e Clarinda, Debbie e Eliane, Cássia e Telma, e às minhas queridas amigas Valéria e Terezinha. Eles e elas cuidaram de mim com muito amor, e tb são exemplo que o amor é possível, a dois ou a duas. Que união de vcs tenha a força e a beleza da espiritualidade do amor de Abelardo e Heloísa. Até hoje, no Pére Lachaise (Paris), amantes de todo o mundo levam flores e juntos fazem promessas inspirados no amor que existiu entre eles. O amor só faz o bem!
Abraço a tod@s
Francisca
Dea, não diga que não serás uma boa pianista! Se este é um desejo verdadeiro, então ele será realizado. Mas há de haver muito esforço e dedicação!
Guilherme, Setembro é um dos melhores cds da Marina. Poesia de um coração urbano do início ao fim. Já tentou na Livraria da Travessa e na Fenac? Posso gravar pra você se não conseguir encontrá-lo em lugar algum, gosto de compartilhar alguns álbuns difíceis de serem encontrados, e Setembro é um deles.
Ah, agora entendi, você já conseguiu baixar… “É Setembro, tudo quer se experimentar…”
Depois do que li aqui, não posso outra coisa senão citar os versos teus e do Antônio Cícero:
“…Quem não se encarar com amor
Vai fazer besteira…”
Francisca, li o seu texto de forma pausada. Ele é muito emocionante, me tomou de verdade, tive que lê-lo devagar por ele ser forte, precisei fazer recreios para respirar. Penso muito na morte, no que vem depois disso aqui. Antes, eu nem pensava nisso, pois ela parecia muito distante. De uns tempos pra cá, esse assunto tem se tornado mais pulsante pra mim. Acho que é porque eu me senti morto durante muitos meses – ainda me sinto, em certos momentos, meio assim, mas agora estou começando a reagir, tentando voltar à vida que não pára.
Dois dias atrás, eu estava num avião, voltando de uma viagem curta. Turbulências fortes fizeram parte de todo o vôo. Fiquei com medo de morrer, pois eu nunca tinha pego um vôo tão violentamente assustador. E eu só pensava: se eu morrer, como é que meus pais vão ficar? Foi assustador sentir a possibilidade da morte tão de perto, a possibilidade de abandonar pessoas que rpecisam de mim, de deixar planos incompletos.
A verdade é que não estamos preparados para o fim da etapa terrena da existência, embora a cada dia que passa estejamos mais perto dele. Não sei se tememos a morte por gostarmos da vida ou simplesmente por nos amedontrarmos com o que virá depois – que é o grande mistério de tudo, né? Parabéns pela coragem de compartilhar um texto tão íntimo e tão sensível! Beijos
PS: tens mantido contato com o taxista?
Gostaria de parabenizar a nossa colega Francisca. Que belo apesar do sofrimento, o belo tbm se fez presente.
É isso mesmo Francisca! “Perdoar é ato de vontade e não um simples sentimento. Temos o livre-arbítrio de escolher entre perdoar ou guardar entulhos no coração. A decisão é nossa. Somente com o perdão conseguimos harmonia em nosso coração”. bjs a todos!
Bell
Gustavo, Francisca, Marina:
A vida segue, a morte é um intervalo, apenas. Creio nisto.
No entanto, há dois anos, em episódio violento que me pôs diante da morte, temi.
Natural, posto que, embora mortais, negamos de maneira veemente a morte. E seguimos, com medo e confiantes (ambos).
De todo modo, penso e digo, (e acho que concordam): é de uma beleza incomensurável, (talvez mesmo por efêmera) a experiência terrena.
Tantos mistérios (e este) me assombram e fascinam.
“…farei
Das tripas coração
Do medo, minha oração
Pra não sei que Deus “H”
Da hora da partida
Na hora da partida
A tiros de vamos pra vida
Então, vamos pra vida
Senhoras e senhores
Trago boas novas
Eu vi a cara da morte
E ela estava viva
Eu vi a cara da morte
E ela estava viva – viva!”
(Cazuza)
Marina lembro como se fosse hj o show no antigo Palace-SP qdo homenagiastes teu pai com a foto dele naquele painel. Lembre-se que vc já passou por aquilo e que vai conseguir superar o momento presente e logo td serão lembranças lindas e felizes pq só é feliz quem tem um passado lindo pra lembrar, um presente pra aprender e um futuro pra quem sabe dividir com as pessoas o aprendizado com o que foi vivido.
Bjs, te desejo td de bom, não se isole pq esta não é a melhor tática, tô falndo por já ter aprendido…
Recentemente li um romance de Virgínia Woolf, “A Viagem” (conhece?),em que a ilha na qual as personagens se deslocam chamava-se “Santa Marina”.
Com esse desfecho musical de Chopin, vou começar a lhe chamar assim… carinhosamente! “Santa Marina”. Lê o romance, é bom!
Bj
Y.
Estou ouvindo a música com os olhos fechados e lembrando da primeira vez em que a vi. Foi no teatro da Mooca há 18 anos. Desde então, nunca deixei de ver seus shows. Estou com saudades…bj
Marina,
As tuas partilhas,são heranças enternas.Entranha-se na alma como um perfume conhecido, parte da epiderme ressequida.Aprofunda-se, na plenitude do âmago, cria raízes infinitamente.
Fito os olhos no espelho infinito e é a tua voz que acalma a superfície dura da verdade,nada escuto. A solidão serena do cansaço abraça-me. Deixo-me embalar, aguardo, a respiração quase imperceptível.
Onde estás?
Percorro as divisões, os dedos acariciam as paredes e os poemas onde pincelei o teu sorriso. Falham-me as palavras e o equilíbrio. Deixo-me cair, devagar, deito-me no chão e enrolo-me em mim mesmo.A opressão do silêncio atravessa-me como ondas de um mar revolto.Longe, há uma criança que chora, intranquilo, antevê o borbulhar do destino imparável. As pálpebras pesam-me, existe um sono mentiroso do outro lado .
Onde estás? Ouves-me, nesse teu mundo ? Ainda sonhas?
O que é afinal, o amor?
O que é o coração suspenso num minuto cheio de tudo?
O que são os braços a envolver num tempo sem tempo, onde crescem plantas debaixo dos nossos pés?
E no silêncio existe um piano . As teclas movem-se imagino as tuas mãos a tocá-las.
Onde estás? Adormeço, com os sons no rosto d‘alma.
Você nem imagina os momentos felizes e preenchidos. Em algum lugar você
olha-nos apenas. E murmura baixinho “cambada,estou aqui ”.
Beijo
Gente, acho que falam muito na morte aqui. Não to podendo… Vamos falar de coisas + alegres – VIDA -
Minha síndrome do pânico, agradece :+)
Beijos em todos!!
Tem uma musica que diz
“Se a morte faz parte da vida
E se vale a pena viver
Então morrer vale a pena
Se a gente teve o tempo para crescer
Crescer para viver de fato
O ato de amar e sofrer
Se a gente teve esse tempo
Então vale a pena morrer
Quem acordou no dia
Adormeceu na noite
Sorriu cada alegria sua
Quem andou pela rua
Atravessou a ponte
Pediu bênção à dindinha lua
Não teme a sua sorte
Abraça a sua morte
Como a uma linda ninfa nua..
Tudo tem dois lados…ou mais.. bjs e tratem de ser felizes… enquanto vivos!
Oi Marina,
participei de uma oficina aqui em Fortaleza e fiz uma xilogravura para você: http://www.poesianaarte.blogspot.comNão leve em consideração minha falta de técnica ou meu desajeitado desenho, mas sim todo o carinho contido nele. Te gosto muito pequena, beijo na alma =]
Em algum momento o assunto foi outro que não a vida?
Marina,
Divino! A música tem o dom de nos transportar… Tenho a mesma sensação quando ouço as suas músicas.
Beijos,
Henrique.
P.S: Muito bom escrever aqui e poder compartilhar reflexões, pensamentos, idéias. Escreverei sempre!
Lindo Marina!
Francisca… amei a sua experiencia. Muita vida pra vc garota!
Hobbies: … Além disso acesso e participo quase que diariamente do blog da Marina Lima de quem sou fanzaaaaaaço.
Oi Marina! Trechinho da entrevista que dei para o site da minha associação (Les Clefs d´or). http://www.lesclefsdor.com.br
Beijo!
LL
Marina,
A vida é intraduzível. Mas a música tem o tamanho da vida.
Deixa ao menos que a melodia te envolva e devolva ao mundo, com teus cinco sentidos e as mãos contemplativas.
“enorme vontade de vida” (verso teu pra reafirmar o que já foi dito)
HELLO WANTED!
THINK NOW IS THE TIME TO CHANGE THAT Soundtrack …!?
I’LL SEE YOU TOMORROW, THE MORNING, WITH OR WITHOUT RAIN …
YOU WAIT FOR ME …?
SWEET KISSES,
SÁLEM
“(…)E a vida diz baixinho
(…)
É o amor que te envolve
É o amor que te move (…)”
(idéia fixa) rs
Oi Marina
Saudade de vc já … Espero que esteja bem!
Fica com DEUS!
BeijOO
Olá, Marina, há quanto tempo, né?
Tô com muuuuuuuuuuuuita saudade de você!!!!
Hoje é a primeira vez que escrevo aqui no seu Blog. De muitas que virão, tenha certeza…
Depois de ter esclaredo ao dono e aos moderadores da Comunidade do Orkut o motivo da minha saída (mesmo que forçada), no dia 13 de junho eu voltei…
Um “Zé Mané” fez um perfil fake do Welbert e escreveu absurdos sobre mim e sobre meu “ENCANTO DE MARINA LIMA”.
Estou escrevendo hoje aqui pra dizer pra você que eu não sou capaz de nenhuma atitude que possa depor contra sua pessoa ou contra seu trabalho. Tenha cereteza disso, tá? Te admiro pra caramba!!!!!
Você me conhece e sabe da minha admiração por você e pelo seu trabalho – há 25 anos!!!!!
Marina, em 17 de maio de 1995 eu escrevi um poema, que continua atual, e que resume estes anos que sou fiel a você. O título é “JUNTANDO OS CACOS”. Escreverei ele logo abaixo e na íntegra:
Pra começar, vou colar os tais caquinhos de sua carreira…
Marina, morena, o seu temperamento esquisito e sua maneira
difícil de ser, me deixam com os olhos felizes.
O charme do mundo é a vida que diz… ao pronunciarmos seu nome
e ouvirmos sua voz.
Quando estou perto de você, nada machuca, nem cansa, nada de
mal nos alcança. Porque, na minha vida tem uma menina chamada Marina.
Que bom te ver!
Alguém me disse uma vez: “Welbert, fique sempre perto…” E eu fiquei.
Sempre que posso vou a seus shows, e mesmo não falando com você,
não importa, te gosto mesmo assim. Mas quando te vejo, meu coração
festeja o encontro que aconteceu.
Tudo que eu pensei ser pra sempre, eu já não sei se é mais.
Agora estou aqui, neste momento, feliz da vida, mas amanhã estarei longe de você.
Até a próxima parada… E onde vai dar, eu não sei!
Saiba que, mesmo longe, você estará perto de mim nas suas melhores canções.
A saudade nos fez querer demais voltar pra te ver; você nem sempre
dá as caras, às vezes custa pra pintar, não suma Marina, nós só queremos te saudar…
Beijos do seu fã que te curte muito… Welbert.
…PRELUDIAR…
Ser mar
de águas transparentes
só pra você nadar
bem livre e solta
Ser coração
em ondas verdejantes
só pra você brincar
no colorido dos corais
Nas profundezas d’alma
ser o meu estrelar marinho
e reluzir em minha angra
de carinhos
Ser litoral
bem tropical caliente
e só você a brisa
alegre e sorridente
Ser lua clara
acalentando o coqueiral
só pra você
amanhecer em paz
Beijo,
Monica
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…PRELUDIARMOS…
“Um mundo sem fome mais…
Sem opressão, sem tráfico, sem terror…
E com união / educação”…
= Marina Lima / Antônio Cícero =
Marina, gostaria que você ajudasse a divulgar, pois não tem como estar alheia à tamanha truculência social cotidiana brasileira, que se manifesta de diversas maneiras, conforme a região e contextualização histórica específica, mas que deriva da desigualdade social absurda que infelizmente permanece soberba, ao longo dos séculos, nos dias atuais.
Agradeço se puder dar uma força!
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1 – PRECISAMOS DIVULGAR E PARTICIPAR:
RIO: Integrantes da ONG Rio de Paz se reúnem neste domingo, na Praia de Copacabana, em manifestação contra a morte do pequeno Wesley, atingido por uma bala perdida dentro de sala de aula na última sexta-feira, durante confronto entre policiais do 9º BPM (Rocha Miranda) e traficantes das comunidades Quitanda e da Pedreira, em Costa Barros, Zona Norte do Rio.
>>> Os manifestantes reproduzirão uma sala de aula, na qual crianças com os rostos pintados de vermelho representarão as cerca de 20 pessoas assassinadas por dia na cidade!
O PROTESTO ACONTECE ÀS 14H, NA ALTURA DA RUA PRINCESA ISABEL.
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2 – O QUE É O RIO DE PAZ?
Somos um grupo de cidadãos de todos os segmentos da sociedade interessados na defesa dos direitos humanos em nosso país. Não temos vínculos políticos ou ligação com instituição pública e nossa maior preocupação é a segurança pública.
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3 – JUSTIFICATIVA DO RIO DE PAZ
I. Nos últimos dez anos mais de 500.000 foram vítimas de homicídio. A média anual do país é de 50.000 homicídios.
II. Nossa taxa de violência letal é uma das mais altas do mundo, atingindo 27 homicídios por 100 mil habitantes. Países da Europa Ocidental têm taxas de dois ou três homicídios por 100 mil.
III. A sensação de insegurança atinge 70% dos brasileiros e é a maior do mundo.
IV. No Brasil, mais de 100 pessoas são mortas por armas de fogo todos os dias, sendo que no Rio de Janeiro a taxa de mortes por armas é maior que o dobro da média nacional.
V. Rio e São Paulo registram mais da metade dos crimes violentos no país.
VI. As crianças e os jovens são especialmente vulneráveis às violações de direitos, à pobreza e à iniqüidade no país, o que contribui para o aumento da violência através da ação do tráfico de drogas.
VII. Nas duas últimas décadas, o número de homicídios de adolescentes (15 a 19 anos) aumentou quatro vezes. Tais homicídios afetam desproporcionalmente os meninos negros das famílias pobres das áreas urbanas.
VIII. Em 2007 o Brasil desembolsou R$ 37 bilhões para se proteger da violência, o equivalente à metade do PIB do Chile.
IX. Com a violência o turismo tem deixado de se desenvolver. Países da União Européia e os Estados Unidos não recomendam o Brasil. Em meados dos anos 80 chegamos a ter dois milhões de turistas. Esse número caiu para um milhão nos anos 90.
X. Entre 1996 e 2006, o número de assassinatos no Brasil cresceu mais que a população. Os homicídios tiveram aumento de 20%%, enquanto o crescimento populacional foi de 16,3%, revela o Mapa da Violência dos Municípios Brasileiros 2008, divulgado ontem pela Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla) e pelo governo.
Fontes: Jornal O Globo, Reuters, UNICEF, Fundação Getúlio Vargas, ONU e dados do Sistema de Saúde.
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4 – COMO SURGIU O MOVIMENTO?
Nosso trabalho foi iniciado em janeiro de 2007, logo após a onda de atentados que varreu a cidade do Rio de Janeiro, no final do ano de 2006. Naquela ocasião dezenove pessoas foram mortas, oito delas queimadas vivas em um ônibus interestadual. A violência tem sido constante, atualmente é o problema social mais grave do Brasil. Nos últimos dez anos 500.000 brasileiros foram vítimas de homicídio.
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“É um protesto triste, mas eloqüente, ver cruzes e rosas lembrando seus mortos, onde devia ser só beleza e alegria”.
= Danuza Leão =
Nosso pobre Rio de Janeiro (Folha de São Paulo, 22 de abril de 2007)
“Para que o mal triunfe, é necessário apenas que os homens de bem permaneçam inativos”.
= Edmund Burke =
http://www.riodepaz.org.br/home.html
Oi MAN!!!!
PRESENTE PRA TI!!
Beijossss
http://bit.ly/b4c5qV
Esse som é “íntimo” e singelo querida!
Muito bom gosto!
quero te ver cantando na tv,sinto falta de vc nos programas de televisão.
sua fã.
re-leituras, Melissa: referência e extrapolação.
Obrigado pelo presente.
Marina, um beijo enoooorme.
Oi MAN, re-li o seu texto e concordo que fica muito mais facil pensar que a morte é apenas um intervalo de vida. Só que continuo tendo medo.
Beijos no coração, querido!!
Marina mais que querida,
Preludios são fundamentais, mas pressupõem que inter e posludios estão a caminho…ou saimos “à francesa”?
I miss you. I can’t feel your touch, your breath in the air. You’re so far away…
Bj
“…por velhos, vãos motivos
mistério sempre há de pintar…”
(Irremediáveis mortais)
Marina,
é música para alma, né? Mandei uma mensagem pra você via MySpace.
Um beijo, saudade!
A.
”… Como quem lê um livro
Com melodias por traçar…” Realmente somos irremediáveis mortais…
Vou cantar um pouquinho também, pra completar o verso:
“…eu só dependo de reais
toques, anúncios, sinais
favoráveis, fatais…”
Meu único medo é não fazer mais sentido – para mim mesma – o que penso, sinto e faço! Já vivi essa sensação quando era mais nova, é assustador… tive vontade de morrer!!! Dei muita sorte em encontrar amparo, e também percebi que precisava reagir… fiz terapia, enfim, foi bastante demorado e sofrido, mas percebi que no fundo só não queria viver tudo aquilo que estava enfrentando, realmente não fazia o menor sentido! Então precisei inventar novos sentidos para mim, repensar o sentido de minha vida, me reinventar!!!
Como dizia Einstein:
“O pensamento que criou o problema não pode ser o mesmo que o solucionará”…
Marina, estou com muita saudaaaaaaaaade de você!!!
Nós só queremos te sauuuuudar… TUDO DE BOM!!!!!!!!!!!
Bjs
kd vc menina… a gente ta com saudade.Se cuide!
bj
cadê vc doce cantora?
bj de inverno
Marina,
Hoje Dia do Amigo, te desejo um dia de muito carinho, de muito amor, junto aos teus familiares e amigos. Daqui de POA um beijo grande.
karina
seguem os versos:
“…melodias por traçar (…)
sinais
favoráveis (…)”
Marina:
“…onde você mora?
aonde você foi morar?…”
Não importa a distância física de dois amigos, pois se eles forem verdadeiros amigos os corações estão sempre unidos por um laço indestrutível.Feliz dia do amigo!
bjus
Bell
Isso mesmo, querida. Cuide bem de você,de sua saúde e de seu coração :+)
Precisamos de você super bem, pessoa maravilhosa.
Beijos, Beijos, Beijossss
Por este olhar atento. Pelos sentidos amplos. Pela expressão ousada. Por se mostrar inteira, ainda que por partes. Por dizer as coisas todas que eu diria se soubesse dizê-las. Por me revelar. Por me traduzir. Por se dividir. Por me ampliar. Pelas palavras: por serem sempre tão claras. Mesmo que ditas e ouvidas em momentos obscuros. Por essas luzes que nos são lançadas. Pela intensidade. Pela sutileza. Pela coerência e exatidão. E o nonsense também. Pelo norte. As diferenças, semelhanças. Por ser única. Por ser igual. Por essa voz. A trajetória. Até pela ausência e os sonoros retornos. Pela presença: inquieta, discreta, marcante. Por não nos deixar sós. Pela arte: atemporal, contemporânea, intimista, universal.
Obrigado.
“você é a pessoa mais linda do mundo”,eu tenho você bem no fundo do coração.
Isso,firme como um bambu,mantenha o foco,… esperaremos o tempo que for preciso. Admiro esse ser inteiro que és…
Luz no caminho.
Beijo
Lua Cheia de Leão no domingo 25 de Julho,dia de São Valentim Cabalístico.
Felicidades nas 24h – TU B´ AV – Dia dos Namorado Kabbalístico R.O.M.A.
Tenho muita curiosidade em saber quem é ”MAN”.
Beijos, MAN
Beijos, Marina…
Fiz uma cirurgia no dia 22/7 – felizmente nada grave, só muito chato – e quando voltei, vi sua mensagem no blog. Também vou ter que dar um tempo para …CUIDAR… de mim, mas agora vou priorizar.
Adorei a vitória do vôlei brasileiro e a lua cheia, que beleza! Que bom estar de volta!!!
Espero rever-te, logo que possível… Vamos nos cuidar!
Muita …SORTE… em tudo!!!
Com todo meu carinho, Monica
Uns dias sem vir aqui e na volta me deparo com isso: curiosidade por mim!! rs
Marina, virei mesmo figurinha fácil. (Eu que pensava ser difícil e até me orgulhava um pouco disso. rs)
Espero que a Melissa não fantasie muito a meu respeito, sobretudo em função desse codinome que eu acabei adotando por tua causa e que, nada mais é do que a soma das iniciais do meu nome, você sabe.
Afinal, “eu sou apenas um rapaz latino-americano, sem dinheiro no banco, sem parentes importantes e vindo do interior…” rs
Beijo, Marina, já com saudade, mas torcendo aqui (sem ansiedade) por teus processos pessoais, pra que se consolidem vitoriosos na medida da tua arte.
Marcio.
Queria deixar em algum lugar para que soubesse que irei ser você no trabalho do colégio amanhã, e depois ainda cantarei “À Francesa” que é uma música sua que eu adoro e escolhi !
Bom é isso. Sucesso e parabéns pelo que já conquistou.
Bruna Tashima =)
Talvez goste de ver isto:
http://espacointertextual.blogspot.com/2010/08/ultrassom.html
Beijo. Te adoro.
Boa noite, Marina.
A sua escolha para esta página é linda. Os prelúdios de Chopin são mesmo maravilhosos.
Adoro toda a obra dele, mas tenho especial carinho pelas mazurcas.
Aproveito para dizer que amei a sua entrevista no Cesta de Música da CBN.
O seu site é belíssimo, e eu achei superbacana ler o seu texto sobre a Cabala.
Tudo de bom para você, em Sampa, e em toda parte!
Abraço,
Eliane
obrigada, d coração
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