02/11/2008

2 gravações de 1 obra prima

Esta canção do Cole Porter (um compositor norte americano, já falecido, comparável ao nosso Tom Jobim) me impressiona muito… é de uma delicadeza sem par com o amor— e as mudanças que ocorrem nos acordes da alma— quando estamos longe de quem amamos.

Duas interpretações diferentes para uma obra prima….linda de doer.

Everytime We Say Goodbye

Everytime we say goodbye, I die a little,
Everytime we say goodbye, I wonder why a little,
Why the gods above me, who must be in the know.
Think so little of me, they allow you to go.
When youre near, theres such an air of spring about it,
I can hear a lark somewhere, begin to sing about it,
Theres no love song finer, but how strange the change from major to
Minor,
Everytime we say goodbye.

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A letra diz mais ou menos assim:

Toda vez que dizemos adeus, eu morro um pouco

Toda vez que dizemos adeus, eu penso o porquê, um pouco

Por que os Deuses acima, que devem estar a saber

Pensam tão pouco de mim — e  te deixam correr

Quando estás perto, fica um ar de primavera em tudo

Ouço a cotovia cantar , como é que fica tudo

Não há amor melhor, mas que estranho a troca de maior

p/ menor…

Toda vez que dizemos adeus.

“““““““““““““““““““““

beijo.

Marina