18/11/2008

Vídeo do Fernando

Fernando, o Wallace me enviou o link do video que vc postou no youtube…adorei! Achei carinhoso e comovente. Muito bacana receber gestos assim, em momentos de turbulência…totalmente inusitado.

Valeu querido.

essa letra que posto aqui é p/ todos que estão no vídeo comigo— e p/ os que ainda virão.

Beijo grande.

Marina

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Acho que dá    (Marina Lima/ Tavinho Paes)

Eu vou ver se tomo conta de mim bem

Aqui não é o mundo de Adão

Volta e meia aqui tudo pifa

É tempo, grana, amor, avião

Então me bate aquele medo

Solidão , um down geral

Mas tendo os meus amigos por perto

Eu acho que não fica tão mal

Ah, só quero achar

Que vai dar

Ah! só quero achar que vai dar

Periga uma blitz na esquina

Caretas marcam sob pressão

E a gente sempre com tudo em cima

O céu, a terra, a vida, a visão

Só quero mesmo que o meu desejo

Saiba sempre enlouquecer

E a calma situando os meus medos

Assim acho que dá pra vencer

Ah, só quero achar

Que vai dar

Ah! só quero achar

que vai dar

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14/11/2008

?!

 Sinceramente, não imaginava uma repercussão dessas. Acho uma loucura que essa entrevista tenha tomado essa proporção toda. Isso só me confirma o quão retrógrado está tudo, justamente quando o mundo briga e clama por mudanças… Chega a ser ridículo. Falei da Gal p/ fazer um contraponto com o que  vivi (sem interferência da minha família) e a caretice que esses pais demonstram ao tentarem aprisionar e chantagear seus filhos. O carinho e respeito que tenho pela Gal são imensos —- nem adianta tentarem deturpar que não cola. Raramente cito nomes: a Gal foi citada por tudo de bacana que representou p/ a minha formação. E ponto final.

Tb quero deixar claro que não tenho absolutamente nada contra quem nasce no interior ou em qualquer lugar que seja; o que me espanta são pessoas que não querem evoluir e usam a grana  p/ ditar e cagar regras, como se fossem xerifes… e nesse caso, especificamente, elas são do interior e escolheram São Paulo p/ morar.  Outra coisa: a jornalista erra ao imaginar que estou “inconformada” pois a “relação” não foi adiante —  Não  é isso. Fico inconformada ao ver pessoas jovens, bacanas, serem tão aprisionadas pelos pais. Isso sim, mexe comigo. Por ser famosa e atrair muita gente, volta e meia me deparo com esse tipo de situação — e isso me preocupa.

Deu p/ entender?

beijo.

Marina

ps: Yes We Can.

09/11/2008

Eugénio…

Existe um poeta português contemporâneo, Eugénio De Andrade, que considero do calibre do Drummond… Extraí este poema (sem título) de seu livro “As Mãos E Os Frutos”.



Só as tuas mãos trazem os frutos.

Só elas despem a mágoa

destes olhos,

carregados de sombra e rasos de água.

Só elas são

estrelas penduradas nos meus dedos.

– Ó mãos da minha alma,

flores abertas aos meus segredos.

beijo.

Marina

05/11/2008

:

YES WE CAN.

02/11/2008

2 gravações de 1 obra prima

Esta canção do Cole Porter (um compositor norte americano, já falecido, comparável ao nosso Tom Jobim) me impressiona muito… é de uma delicadeza sem par com o amor— e as mudanças que ocorrem nos acordes da alma— quando estamos longe de quem amamos.

Duas interpretações diferentes para uma obra prima….linda de doer.

Everytime We Say Goodbye

Everytime we say goodbye, I die a little,
Everytime we say goodbye, I wonder why a little,
Why the gods above me, who must be in the know.
Think so little of me, they allow you to go.
When youre near, theres such an air of spring about it,
I can hear a lark somewhere, begin to sing about it,
Theres no love song finer, but how strange the change from major to
Minor,
Everytime we say goodbye.

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A letra diz mais ou menos assim:

Toda vez que dizemos adeus, eu morro um pouco

Toda vez que dizemos adeus, eu penso o porquê, um pouco

Por que os Deuses acima, que devem estar a saber

Pensam tão pouco de mim — e  te deixam correr

Quando estás perto, fica um ar de primavera em tudo

Ouço a cotovia cantar , como é que fica tudo

Não há amor melhor, mas que estranho a troca de maior

p/ menor…

Toda vez que dizemos adeus.

“““““““““““““““““““““

beijo.

Marina

01/11/2008

Poema de Alice Ruiz

meus pensamentos

cruzam os teus

como aviões no ar

 

da janela

os corações acenam

sem saber se vão voltar

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